O Programa Jurisdicional de REDD+ do Tocantins (JREDD+) é uma iniciativa pioneira que valoriza a conservação das florestas e a redução de emissões de gases de efeitos estufa do setor florestal e do uso da terra.
O programa jurisdicional abrange toda a área do Estado, ou seja, 27,7 milhões de hectares, com uma área de floresta em torno de 11 milhões de hectares nos biomas Amazônia e Cerrado.
Ao evitar o desmatamento e degradação das suas florestas nativas, o Estado reduz suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), contribuindo para o enfrentamento das mudanças climáticas.
Quando o Estado apresenta seu Programa Jurisdicional de REDD+ (JREDD+) para um padrão de certificação, esses resultados passam por um processo rigoroso de validação e verificação. Com isso, as reduções se tornam créditos de carbono que podem ser vendidos no mercado voluntário e o Estado é remunerado por isso. Esse valor é reinvestido pelo Estado para financiar a transição para um modelo sustentável de desenvolvimento econômico, capaz de gerar renda, segurança alimentar, conservação dos serviços ecossistêmicos e mitigação de mudanças climáticas.
Plano(s) de ação descrevendo as ações de REDD+ implementadas para combater o desmatamento e a degradação florestal, e promover a conservação no território da jurisdição.
Estruturas, fóruns, e colegiados, formados por entidades governamentais e não-governamentais para permitir a ampla participação social e construção conjunta do Programa.
Mecanismo que define como os recursos financeiros e não financeiros gerados pelo Programa serão traduzidos na forma de benefícios para os diferentes atores que contribuíram para os resultados do Programa.
de hectares de florestas
de reais investidos
Ao implementar ações de REDD+, assumir os custos para a geração dos créditos de carbono jurisdicionais e promover a distribuição justa dos benefícios, o Estado permite que os benefícios do Programa Jurisdicional cheguem a quem não teria viabilidade para ter um projeto individual de REDD+.
O Programa também possibilita que projetos individuais de REDD+ possam existir no território do Estado. Para evitar dupla contagem de créditos de carbono, os desenvolvedores de projetos privados devem comunicar a existência dessas iniciativas e cadastrar os seus projetos na base de dados estadual.
Para maximizar os benefícios, os recursos provenientes da venda dos créditos de carbono jurisdicionais serão investidos em subprogramas para todos os grupos e setores que contribuem para os resultados de redução de emissões os quais são representados em cada uma das cores do logo do Programa. O detalhamento da repartição de benefícios será finalizado em 2025 após ampla consulta com todos os interessados.