A estratégia de repartição de benefícios do Programa Jurisdicional de REDD+ do Estado do Tocantins definirá como os recursos advindos da venda dos créditos de carbono jurisdicionais serão utilizados para gerar benefícios para a sociedade tocantinense.
Povos
Indígenas
Povos e Comunidades
Tradicionais
Agricultores
Familiares
Pequenos,
Médios e
Grandes Produtores Rurais
Governo do Estado do Tocantins
O Estado do Tocantins elaborou uma proposta de repartição de benefícios,
considerando os seguintes aspectos:
A análise inicial realizada, utilizando a metodologia do estoque-fluxo, sugere que uma distribuição equitativa e eficaz dos recursos provenientes da venda dos créditos de carbono jurisdicionais deve alocar 50% dos recursos para os esforços de controle do desmatamento ilegal e da degradação florestal pelo governo do Estado. Os 50% restantes seriam distribuídos igualmente entre Povos Indígenas, Povos e Comunidades Tradicionais, e Agricultores Familiares (PIPCTAFs), e os pequenos, médios e grandes produtores nos setores da agricultura e da pecuária.
Serão criados 3 Subprogramas de forma a atender cada categoria de beneficiário, os quais serão financiados com as respectivas porcentagens das receitas provenientes da venda dos créditos jurisdicionais.
A proposta de repartição de benefícios e o desenho dos subprogramas passarão por um processo abrangente de consulta pública, com a participação de todas as partes interessadas para colher sugestões para o aprimoramento da estratégia e dos subprogramas apresentados.
Após o processo de consulta pública, o texto final da estratégia de repartição de benefícios e dos subprogramas, incluindo os ajustes a serem realizados após a manifestação das partes interessadas, seguirá para discussão e aprovação pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (COEMA), o órgão consultivo e deliberativo do sistema de governança do Programa de REDD+ Jurisdicional do Estado do Tocantins.